MEDIAÇÃO: POR UM DIVÓRCIO MENOS DOLOROSO

 

Recentemente, em Mato Grosso, um divórcio que se arrastava na Justiça há mais de 5 anos, foi - finalmente - resolvido. Para as partes chegarem a um acordo - que envolvia valores em torno de R$ 50 milhões -, desistiram da justiça tradicional e optaram pela mediação e conciliação. Resultado, em quatro sessões e em um mês, o divórcio foi homologado e encaminhado para o Juiz.

 

A mediadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais (Nupemec) de Mato Grosso, advogada Meire Costa Marques, em entrevista ao site Só Notícias, reiterou que “A mediação busca o que não está no processo, que é o olhar, é a falta do pedido de perdão. Na mediação podemos perceber muito, enxergar o outro. Este foi o entendimento do desembargador ao pegar o processo. Ele viu que era um processo mediável”. Meire lembra também que, mais importante que finalizar o processo, explica a mediadora, é restabelecer o diálogo entre as partes.

 

Há algumas semanas, o IPCM também realizou um acordo de divórcio e o casal saiu muito satisfeito. Primeiro, porque foi mais rápido que uma separação na correndo na Justiça tradicional. Segundo, porque o casal envolvido se mantém menos exposto. Orientados pelo mediador a buscar a solução através do diálogo, as partes terminam o processo mais tranquilos e menos abatidos. Bom para todo mundo.

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